Museu do Vidro da Marinha Grande permite visitas virtuais


Foto. C.M. Marinha Grande

O Museu do Vidro tem disponível uma ’app’ que permite aos seus utilizadores uma visita virtual guiada por Guilherme Stephens, anunciou hoje a Câmara da Marinha Grande.

A aplicação móvel do Museu do Vidro permite aos utilizadores visitas a 360 graus, sem saírem de casa, refere uma nota de imprensa.

“A visita permite ao utilizador percorrer todos os espaços visitáveis do Museu do Vidro, sendo conduzido por Guilherme Stephens, que foi o impulsionador da indústria vidreira na Marinha Grande há 250 anos. Desta forma, todos os portugueses e estrangeiros – a ‘app’ está igualmente em inglês – poderão usufruir de uma visita guiada ao Museu do Vidro sem saírem das suas casas”, adiantou a presidente do Município da Marinha Grande, Cidália Ferreira, citada na nota de imprensa.

A autarca da Marinha Grande, no distrito de Leiria, considerou ainda que “esta é mais uma forma de comunicar com os cidadãos e de divulgar este importante museu, o único a nível nacional a dedicar-se ao estudo da história do vidro”.

A visita permite obter toda a informação e imagens relativas a todas as peças e salas do Palácio Stephens, onde está instalado o Museu do Vidro. 

Segundo a página do Museu, o espaço reúne coleções que testemunharam a atividade industrial, artesanal e artística vidreira portuguesa, desde meados do século XVII/XVIII até à atualidade.

Trata-se do único museu especificamente vocacionado para o estudo da arte, artesanato e da indústria vidreira em Portugal.

No domínio das artes plásticas, o museu procura dar representatividade às mais variadas tendências artísticas e do ‘design’, procurando reunir uma coleção internacional de vidro artístico contemporâneo, atualmente constituída por dezenas de obras de artistas portugueses e estrangeiros do século XX à atualidade, refere a mesma página.

Além do importante papel ao nível do estudo da atividade industrial vidreira do passado, o museu também se ocupa da documentação da atividade presente e incentivando a sua continuação no futuro.

Lusa